Fernando Francischini
Criança de 28 dias foi abusada em Cornélio Procópio.

Bebê de apenas 28 dias é vítima de violência em Cornélio Procópio

Bebê de apenas 28 dias é vítima de violência em Cornélio Procópio. O caso de Cornélio Procópio choca, revolta e expõe o pior lado da degradação humana. Uma criança de apenas 28 dias de vida… 28 dias… vítima de uma violência que nenhum ser humano consegue sequer compreender plenamente. Os próprios pais, que estão presos nesse momento, tentaram estuprar a criança. Um crime cruel, hediondo, da pior gravidade.

Quando um bebê, que deveria estar protegido, acolhido e sendo amado se torna vítima dentro do próprio ambiente familiar, nós precisamos admitir que o nosso sistema podre falhou mais uma vez. Falhou em prevenir, mas, principalmente, falhou em punir. No Brasil, o criminoso não tem medo da lei. Falta a punição exemplar para fazer com que esses monstros pensem duas vezes antes de cometer crimes como esse.

Quem é capaz de cometer uma barbaridade como esse caso de hoje, não pode voltar ao convívio da sociedade como se fosse possível reabilitar plenamente alguém que ultrapassou todos os limites da humanidade.

É preciso coragem para enfrentar esse debate. Chega de relativizar. Chega de discursos que colocam o criminoso como vítima da sociedade. Aqui, a única vítima é essa criança.

Defendo o endurecimento das leis. Defendo o fim de benefícios para crimes dessa natureza. E defendo, com toda clareza, a prisão perpétua para quem comete estupro contra vulneráveis, especialmente crianças. Porque há crimes que rompem qualquer possibilidade de retorno. Precisamos adotar também a castração química em casos como esse.

A justiça precisa ser proporcional à gravidade do ato. E quando falamos de um bebê, não estamos discutindo apenas um crime, estamos falando de um ataque brutal contra a vida.

Se o Estado não for firme, a sensação de impunidade só cresce. E uma sociedade que não protege suas crianças é uma sociedade que está falhando no seu dever mais básico.

Nós precisamos escolher: ou ficamos do lado das vítimas, ou continuamos permitindo que monstros encontrem espaço em meio à lei frouxa e à impunidade.

Eu escolho estar do lado da proteção da vida, da justiça verdadeira e da punição exemplar. Concorda comigo? Então me segue nas redes sociais!