Um homem foi condenado a 100 anos de prisão por estuprar sete sobrinhas. As meninas tinham idades entre 5 e 9 anos.
Os crimes foram cometidos entre os anos de 2004 e 2016. Quando os crimes começaram, o abusador tinha 39 anos.
O relato superficial do crime já é brutal. Só que, além disso, os o fatos apresentados na denúncia do Ministério Público do Paraná mostram que os abusos foram cometidos em ambiente familiar, ou seja, na casa das meninas e de parentes delas. Ambientes em que as vítimas deveriam estar protegidas.
Esse monstro era o tio mais velho das crianças. Ele exercia autoridade sobre elas e se aproveitava disso para manter práticas sexuais com as menores.
Foram muitas investidas, os crimes eram cometidos nos endereços relacionados a ele, em Curitiba, na Cidade Industrial e na casa da avó das meninas em São Bento do Sul, Santa Catarina.
Foram anos de abuso e de violência. Agora saiu a sentença: a pena desse vagabundo são 100 anos de cadeia. Um exemplo para quem comete atrocidades como essa. Mas veio somente 11 anos depois da denúncia. E tem mais um porém: tem que ser em regime fechado do início ao fim da sentença. Esse bicho tem que apodrecer atrás das grades.
Só que não adianta um bandido como esse cumprir pena com benefícios dentro da cadeia. Por isso as leis precisam ser claras. É regime fechado e sem progressão de pena para quem comete crimes hediondos como esse.
Vocês concordam comigo? Precisamos mexer na legislação para que a sociedade possa ter a garantia que o vagabundo que abusa de criança não volte nunca mais para as ruas. A justiça precisa ser célere! Mais de uma década depois, é tempo demais para quem clama por uma reparação.
Quer discutir mais esse assunto comigo, então me siga nas redes sociais e conheça algumas medidas para combater a violência no Brasil.


