Fernando Francischini
Donal Trump oferece ajuda para o Rio de Janeiro.

Donald Trump manifesta apoio e solidariedade ao governo do Rio de Janeiro

Não podemos parar de falar sobre o assunto que tem mobilizado o Brasil desde a semana passada. A grande operação policial realizada no Rio de Janeiro nos Complexos da Penha e do Alemão.

A principal notícia dos jornais dos últimos dias foi a carta do presidente americano Donald Trump enviada ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Na mensagem, Trump se solidariza com os familiares dos policiais mortos e declara apoio às ações voltadas para combater o crime organizado na cidade. Já o presidente Lula declarou publicamente que os traficantes são “vítimas” dos usuários de drogas. Quando foi que as coisas ficaram tão invertidas no Brasil. Segurança pública é um dever do Estado e um direito do cidadão.

O Brasil precisa de leis severas, de presídios de verdade e de um sistema penal que não premie o crime com saídas temporárias e progressões de pena injustificáveis. Nos últimos meses, o Congresso Nacional voltou a discutir propostas para endurecer as penas, ampliar o uso da força policial e fortalecer as ações de combate ao crime organizado. Mas, infelizmente, o atual governo brasileiro insiste em colocar os criminosos como “vítimas da sociedade” e transformar bandidos em coitadinhos.

A segurança pública no Brasil virou um retrato do abandono e da omissão. Enquanto o cidadão de bem vive atrás das grades com medo de sair de casa, medo de parar no semáforo, medo até de reagir, os criminosos parecem cada vez mais à vontade. O que vemos é um país onde o crime compensa, e a lei, muitas vezes, parece proteger quem deveria estar atrás das grades.

Enquanto o presidente Lula classifica o combate ao crime organizado de “massacre” as facções crescem dentro e fora dos presídios, as fronteiras seguem abertas ao tráfico de drogas e armas, e as famílias brasileiras pagam o preço da insegurança e são feitas reféns dos bandidos nas periferias brasileiras. Falta coragem política para aprovar medidas duras e garantir o segurança jurídica para quem ocupa a linha de frente nesta guerra: o policial que arrisca a própria vida todos os dias.

É hora de parar de tratar o criminoso como vítima e devolver à população o direito de viver em paz. O Congresso precisa escolher de que lado está: do lado da lei e da ordem, ou do lado da impunidade.

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