O assunto que está em alta nos noticiários desde a última semana é o assassinato do ativista conservador americano Charles Kirk. Esse caso ganhou repercussão mundial por causa do motivo pelo qual foi cometido: extremismo, e nós precisamos falar sobre isso.
Hoje eu venho falar com indignação. O assassinato covarde de Charlie Kirk, um jovem de apenas 31 anos, pai de família, ativista conservador e defensor incansável da liberdade de expressão, escancara a face mais sombria da radicalização política que tomou conta do mundo. Lamentavelmente, essa radicalização tem sido alimentada por setores da esquerda em nome de uma suposta superioridade moral.
Charlie não era extremista. Ele era um debatedor. Um homem de ideias firmes, de palavras e não de violência. Ele morreu em um espaço que deveria ser sagrado: uma universidade. Um local de troca de ideias, de promoção de conhecimento e de diálogo. Foi ali, diante de centenas de estudantes, que ele levou um tiro. Uma vítima do ódio que se disfarça de virtude, mas que na prática, legitima a violência contra quem pensa diferente.
O pessoal da esquerda, diz o tempo todo que vivemos uma era de tolerância, de diversidade e de respeito. Mas esse discurso vale apenas para um lado. Quando alguém da direita ousa se manifestar, é tachado de fascista, extremista ou até mesmo comparado a Hitler, como muitos fizeram com Charlie.
Essa retórica perigosa tem consequências. E a consequência, agora, é um jovem pai de família morto. Morto por expressar ideias conservadoras. Morto por dizer que a América pode, sim, ser grande de novo. Morto por defender a vida, a família, a fé, e o direito de discordar dentro de um campus tomado por militantes travestidos de estudantes. Exatamente como tem acontecido nas universidades brasileiras.
E o que vimos depois foi ainda mais chocante. Comemorações. Ironias. Gente que deveria representar a civilidade e a educação: professores e funcionários públicos celebrando a tragédia como se fosse uma vitória. Quando até a morte se torna motivo de escárnio, sabemos que cruzamos uma linha que não deveria jamais ter sido ultrapassada.
E não é só nos Estados Unidos. No Equador, no Japão, na Colômbia, na Venezuela e, infelizmente, no Brasil. A violência política contra conservadores se espalha.
Um exemplo disso é o caso do Bolsonaro, que foi esfaqueado em plena campanha. E até hoje tentam deslegitimar o atentado. A esquerda, que se diz pacífica, acolhedora, humanista, é a mesma que persegue, cancela, amedronta e, agora, mata.
Charlie Kirk pregava a não violência. Era cristão. Era um defensor da civilização. E por isso, hoje, reafirmamos seu legado: não cederemos ao medo, não nos calaremos diante da intolerância e não deixaremos que a democracia morra no altar da hipocrisia progressista.
Que Deus conforte a família de Charlie. E que esse assassinato não silencie a verdade, mas a amplifique.
Por Delegado Francischini


