No último domingo, em Planaltina, no Distrito Federal, uma adolescente de apenas 14 anos foi morta e estrangulada pelo homem com quem sua mãe mantinha um relacionamento. De acordo com as investigações Marlon Carvalhedo da Rocha, de 29 anos, tentou estuprar a adolescente dentro de casa.
O que torna essa tragédia ainda mais revoltante é o histórico criminoso desse BANDIDO. Segundo a Polícia Militar, Marlon já tinha passagens pela polícia por uso e porte de drogas, roubo de veículo, desacato e, especialmente, estupro de vulnerável. E, no caso anterior, o estupro foi contra uma criança de 11 anos em 2016. Além desses crimes, o MONSTRO também é acusado de estuprar a própria mãe, em 2023.
Mas, mesmo depois de toda essa carnificina, esse “anjinho” cumpria prisão domiciliar ao invés de ficar atrás das grades, apesar desse histórico terrível de violência. Essa leniência o colocou em liberdade e o criminoso voltou a cometer crimes graves.
Não estamos falando de um jovem que cometeu um deslize. Estamos falando de um criminoso reincidente, com antecedentes de violência sexual entre outros crimes. Este VERME deveria ter sido mantido preso por tempo indeterminado, por periculosidade comprovada. Em vez disso, a permissividade do sistema criou as condições para mais uma vítima inocente perder a vida.
Quantos outros abusadores violentos, hoje em “liberdade” provisória voltarão a fazer o que já demonstraram estar dispostos a fazer?
A cada novo caso, vemos a mesma receita: antecedentes graves e sistema frouxo. No fim, quem paga é o cidadão honesto, a família que confia no Estado e, neste caso, uma menina de 14 anos, uma criança, que deveria estar descobrindo a vida.
TOLERÂNCIA ZERO
Como Delegado da Polícia Federal e especialista em segurança pública, eu volto a repetir: precisamos de tolerância zero com bandidagem! Não se trata de ser “duro por ser duro”, mas de exigir coerência entre a gravidade dos crimes e a resposta do Estado. Estupro de criança, abuso sexual, feminicídio, roubo e reincidência comprovada não são delitos para regime brando, prisão domiciliar ou progressão automática. Esses são crimes que exigem prisão efetiva, sem privilégios que beiram a impunidade.
Enquanto continuarmos a relativizar a punição para quem já provou ser um perigo à sociedade, casos como o da menina de 14 anos vão continuar acontecendo. É isso que queremos? É isso que os brasileiros de bem aceitam?
E qual é a sua opinião sobre isso? Vamos conversar. Aqui é TOLERÂNCIA ZERO contra o crime!


